Mapa Interactivo de Famalicão

sexta-feira, 11 de junho de 2010


Ver Vila Nova Famalicão num mapa maior


Vila Nova de Famalicão encontra-se na província do Minho, no distrito e arquidiocese de Braga, é sede de concelho e de comarca, encontra-se em terreno plano a 88 metros de altitude.

A cidade encontra-se num importante nó rodoviário que a liga ao Porto, a Braga, a Barcelos, a Guimarães, à Póvoa de Varzim e a Santo Tirso. Tanto a nível rodoviário como a nível ferroviário Vila Nova de Famalicão é uma povoação com uma excelente situação geográfica, o que a tornando-se um ponto de passagem obrigatória. A cidade fica a 20 minutos do aeroporto internacional Francisco Sá Carneiro e do Porto de Mar de Leixões, cruzada por autoestradas, estradas nacionais e caminhos de ferro que unem os principais centros urbanos do Norte do País e da Europa.

Na segunda metade do século XX, a cidade tinha atingido um patamar de qualidade, com equipamentos e infraestruturas modernas, progresso esse que poderia levar a vila à elevação a cidade. Assim, a Lei de 14 de Agosto de 1985, aprovado pela Assembleia da República em 8 de Julho de 1985, abriu caminho à ascensão de Vila Nova de Famalicão à categoria de cidade.



Concelho de Vila Nova de Famalicão

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Vila Nova de Famalicão é uma cidade portuguesa no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Ave, com cerca de 27 900 habitantes. Situa-se a uma altitude média de 97 metros. É sede de um município com 201,85 km² de área e 134 969 habitantes (2008), subdividido em 49 freguesias.





Estas são algumas ruas pertencentes a Vila Nova de Famalicão:
  • Avenida 9 de Julho
  • Avenida de Maio
  • Avenida Dr. Mário Soares
  • Rua 25 de Abril
  • Travessa da Liberdade
  • Rua da República
  • Rua da Liberdade

Mensagem do Presidente

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Em 2010 vamos celebrar o centenário da implantação da República, um dos momentos mais marcantes da nossa História. Os ideais republicanos muito contribuíram para uma maior afirmação da liberdade, da cidadania e do Estado de Direito, a par do combate à desigualdade e à pobreza.

Deverá, pois, promover-se a divulgação esclarecida, crítica e livre das realizações essenciais da República. Por outro lado, devemos projectar para o futuro a ética republicana confrontando-a com os grandes desafios que se colocam hoje à sociedade portuguesa. Há que procurar os caminhos de “uma república moderna, mais eficiente e, ainda, mais democrática”.

Particular atenção deve ser dada ao papel da Escola enquanto agente de igualdade de oportunidades e espaço formativo por excelência. Merecerá especial ênfase a educação para uma cidadania responsável na qual importará sublinhar a marca humanista, progressista e igualitária que a República deixou na educação, na saúde e na defesa dos direitos sociais fundamentais.

Por outro lado, na ética republicana a Pátria é a nossa razão de ser mais profunda. Alguns dos grandes lemas da República foram a devoção à causa pública, a paixão pela justiça, a liderança pelo exemplo e a afirmação de deveres morais à altura das convicções.

Impõe-se, naturalmente, cumprir o desígnio que o Presidente da República fixou de celebrar a República, acima de tudo, “como um projecto de cidadania, como ideal ético, como modelo de virtudes cívicas de dedicação leal ao País e do governo pelo mérito”.

Tudo faremos para que a celebração do centenário da República venha a proporcionar a inspiração para a renovação cívica que todos ambicionamos.



Artur Santos Silva
Presidente da Comissão Nacional
para as Comemorações do Centenário da República

Centenário da República nas Escolas

quinta-feira, 18 de março de 2010

Comemora-se em 5 de Outubro de 2010 o primeiro centenário da implantação da República em Portugal. Considerando que a proclamação da República constituiu um momento importante da história nacional, tendo marcado profundamente a sociedade, as instituições e a cultura em Portugal, Sua Excelência o Presidente da República nomeou, sob proposta do Governo, uma Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, com a missão de preparar, organizar e coordenar as comemorações do primeiro centenário da implantação da República Portuguesa.

Trata-se de uma oportunidade para aprofundar os valores e o ideário republicanos, em especial no que diz respeito à participação social e política e à promoção do progresso social, económico e cultural de Portugal.

Objectivos:

No ano em que se celebra o Centenário da Implantação da República, propõe-se às escolas dos diferentes níveis educativos que realizem iniciativas e actividades comemorativas da Implantação da República, apelando à divulgação de informação histórica e à reflexão sobre os ideais republicanos, envolvendo alunos, professores, pais e encarregados de educação. As iniciativas das escolas e bibliotecas escolares deverão suscitar o estabelecimento de parcerias e o envolvimento e o apoio das autarquias, e o estabelecimento de parcerias com bibliotecas públicas, museus e outras organizações da comunidade.
Desta forma pretende-se:

-Festejar o Centenário da Implantação da República, associando-o às características próprias do regime republicano e aos valores da cidadania numa sociedade democrática.

-Aprofundar o conhecimento dos acontecimentos relevantes na implantação da República e nas várias etapas do processo histórico que marcaram a evolução da sociedade portuguesa, até à época actual.

-Conhecer e apreciar a determinação e coragem presentes na acção de figuras históricas determinantes na implantação da República e na consolidação do regime republicano e da democracia.

-Conhecer e apreciar obras de escritores, artistas plásticos, músicos e outros criadores que reflectiram ou influenciaram o ambiente cultural da época em que viveram.

Centenário da República

“A Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República tem por missão preparar, organizar e coordenar as comemorações do primeiro centenário da implantação da República Portuguesa …


Nesse sentido, além da presença das diversas instâncias de soberania e do envolvimento nas comemorações das Regiões Autónomas e das autarquias locais, bem como comunidades portuguesas no exterior, e outras instituições, importa criar condições para a mobilização e participação da sociedade portuguesa, especialmente as gerações mais jovens.

Uma das dimensões comemorativas será necessariamente virada para o conhecimento do ideário republicano, dos valores que legitimaram o novo regime e dos acontecimentos e protagonistas da sua história. Mas, como advertiu a Comissão de Projectos encarregada de definir o enquadramento das comemorações, há que evitar uma visão passadista, contrapondo-lhe uma preocupação prospectiva” .

Proclamação da República Portuguesa

sexta-feira, 12 de março de 2010

  • Na noite de 4 para 5 de Outubro de 1910 eclodiu em Lisboa um movimento revolucionário, que culminaria com a proclamação da República em Portugal. O rei D. Manuel II, que nessa noite oferecera um banquete em honra do Presidente da República do Brasil. Foi aí que o monarca português foi surpreendido pelo inesperado acontecimento. Enquanto o ilustre visitante, assustado com o tiroteio, corria a refugiar-se no seu navio São Paulo, o rei permaneceu no palácio, procurando entrar em contacto com o seu Governo. Foi então que soube que diversos regimentos, entre eles o de Artilharia 1, tinham aderido já ao movimento. No Regimento de Infantaria 16, havia também alguns aderentes que, abrindo as portas aos civis e matando o coronel Pedro Celestino da Costa e o capitão Barros, acabaram por sair para a rua, dando vivas à república, e dirigindo-se a Artilharia 1, onde o povo também entrara. Um grupo de civis, dirigiu-se para o Quartel da Marinha, quase em frente do Palácio das Necessidades, onde os marinheiros aguardavam os civis, tendo o comandante do corpo de marinheiros sido ferido, ao tentar baldadamente evitar a rebelião. O Governo, desorientado, pediu pelo telefone a D. Manuel II que retirasse para Mafra, onde se lhe juntou, no dia seguinte, a rainha-mãe, D. Amélia de Orleans e Bragança, que estava no Palácio da Pena, em Sintra. Às duas horas da tarde, chegou a Mafra a notícia da proclamação da República em Lisboa e a constituição do governo provisório, presidido pelo Dr. Teófilo Braga. A revolução republicana triunfara. A Família Real dirigiu-se para a Ericeira e embarcou para Gibraltar onde um barco de guerra inglês os transportou até ao exílio, em Inglaterra. A revolução correu todo o país e sem grandes resistências, a República era proclamada em todas as capitais de distrito.